Administração
Segurança da instalação
Isolamento do Docker, segredos, sessões, proteção de saída, distribuição e limites atuais.
Nesta página
Esta página reúne os controles de segurança da instalação na versão 3.7 e os limites atuais, para avaliação pela equipe de segurança da informação.
Isolamento do Docker do servidor
A API nunca recebe o socket do Docker. Um serviço separado, o docker-guard, sem rede, é o único com esse acesso e permite apenas a gestão dos modelos locais:
- Somente os containers desta instalação, nunca os de outro projeto Compose.
- Containers criados apenas a partir das imagens de runtime conhecidas, com os rótulos e a rede desta instalação e volumes nomeados próprios.
- Acesso a dispositivos limitado às GPUs NVIDIA ou a
/dev/dri, apenas nos containers de modelo. - Sem modo privilegiado, sem montagens do servidor, sem rede do servidor e sem capacidades extras.
- Os containers da própria plataforma não podem ser parados nem removidos por ele.
Toda recusa fica registrada no log do docker-guard.
Segredos e credenciais
- Cada instalação gera o próprio
APP_SECRETe credenciais exclusivas para PostgreSQL, Redis e MinIO. Em produção, segredos curtos (menos de 32 caracteres) ou fracos são recusados. - Os arquivos gerados pela instalação ficam legíveis apenas pelo dono.
- Chaves de provedores e credenciais de integrações são cifradas no banco com XChaCha20-Poly1305, vinculadas ao escopo e ao nome de cada segredo.
- Senhas são armazenadas com hash Argon2.
- Segredos nunca chegam ao navegador.
Autenticação e sessões
- Login local com senha de pelo menos 12 caracteres e bloqueio temporário após falhas repetidas.
- SSO OIDC com Microsoft Entra ID, Google Workspace ou qualquer provedor OIDC; a autenticação multifator fica a cargo do provedor de identidade.
- Conta root fora do SSO, recuperável no servidor com chave de uso único verificada offline.
- Sessões em cookie HttpOnly e SameSite=Strict, com Secure atrás de HTTPS.
Veja Usuários, papéis e acesso.
Proteção de saída
URLs que um usuário pode influenciar passam por uma proteção contra SSRF: endereços privados, de loopback, link-local, CGNAT e de metadados de nuvem são bloqueados, salvo liberação explícita em APTABIT_SSRF_ALLOWED_HOSTS. As chamadas de integração não seguem redirecionamentos. Veja Integrações.
Rede e TLS
O proxy da plataforma atende HTTP em uma única porta (8080 por padrão). O TLS é terminado no balanceador ou no proxy reverso da organização. O CLI confia nas autoridades certificadoras do sistema, o que permite operar atrás de proxies corporativos que inspecionam HTTPS.
Distribuição e integridade
- O script de instalação confere o CLI com o manifesto de versão assinado pela Aptabit (Ed25519). O
aptabit self-updatefaz a mesma verificação antes de substituir o binário. - As imagens vêm de um registry privado, com credenciais de curta duração que o Aptabit Manager emite para uma licença ativa, mediante pedido assinado pela identidade da instalação.
- Cada imagem recebida carrega uma declaração de proveniência assinada pelo Aptabit Manager, que identifica quem a recebeu.
- Cada instalação tem um par de chaves Ed25519 gerado na própria máquina; o Aptabit Manager guarda apenas a chave pública.
Dados em repouso
Documentos, tabelas, vetores e arquivos ficam no PostgreSQL, no MinIO (ou serviço S3) e no Milvus da instalação. Os segredos são cifrados pela plataforma; a cifragem dos volumes e do armazenamento de objetos é feita pela infraestrutura da organização, no disco ou no serviço S3.
Limites atuais
- Cada instalação roda em um único servidor. Alta disponibilidade depende de PostgreSQL, Redis, S3 e Milvus gerenciados externamente.
- O isolamento entre organizações é feito pela aplicação, com uma organização por instalação; o banco não usa row-level security.
- A trilha de auditoria não é apagada por expurgos nem editável pela API, mas o banco não impõe imutabilidade técnica.
- Os backups do CLI são locais e não cifrados. Veja Operação.
Planejado: HTTPS integrado com emissão automática de certificados, integração com gerenciadores externos de segredos, SBOM das versões e operação em Kubernetes.
© 2026 NVIDIA and the NVIDIA logo are trademarks and/or registered trademarks of NVIDIA Corporation in the U.S. and other countries.
